9# – Partindo para a primeira viagem internacional – Pt. I

ATUALIZAÇÃO 14/03: Infelizmente cancelei a viagem, explico mais nesse post aqui

Oi, tudo bem?

Para estrear essa nova categoria, trago uma experiência para mim MUITO exclusiva.

Eu sei que se trata de uma viagem, para muitos não é nada fora do normal, mas pra mim será algo bem diferente.

No sábado (14/03/20) será a primeira vez que viajarei sozinho e para fora do Brasil.

Planejei tudo pouco depois do meio do ano passado. Na época, fazia poucos meses que havia terminado um namoro e uma viagem parecida estava marcada para o casal. Acabei cancelando tudo quando o relacionamento acabou e, pouco depois, percebendo que por ser radical demais e abrir mão de muitas coisas para “focar” nos meus objetivos de vida – o que me fez perder muitas coisas e me prejudicou em diversos sentidos – dei uma de doido e comprei tudo.

Confesso que estou cagado de medo, mas vai ser algo muito interessante!

Pior que não viajei muito nem dentro do país… Ainda assim decidi ir para o Chile!

A ideia é fazer algo mais enxuto, econômico e simples mesmo, algo muito mais parecido com um mochilão, apesar de não o ser de fato.

Ficarei 4 dias em Santiago, fazendo passeios pelo centro e outros 4 dias no deserto do Atacama, onde fechei alguns passeios com uma agência especializada.

Não sei se é algum ritual da esfera FIRE, já que o André e o Sr.IF365 também foram para o Atacama, mas pareço estar no caminho certo… Rsrs. Sem falar que me planejei bem antes de conhecer o termo FIRE, acho que é destino mesmo! hahaha.

Quero relatar essa viagem em algumas partes, começando por essa para explicar e registrar esse sentimento antes de vivenciar essa experiência.

Como a ideia é fazer algo mais simples, me arrisquei em me hospedar em hostals em ambos os destinos. Nesse caso, posso dividir o quarto com até mais 3 pessoas.

O meu foco, desde o início, era conhecer o Atacama. Pensei até em desistir algumas vezes da estadia em Santiago. Apesar de já ter desembolsado uma graninha com a hospedagem, passagens e afins, isso até evitaria de gastar mais um pouco, mas o estaria fazendo por medo.

Sei que tenho que ir e aproveitar esse tempo e essa viagem! Por isso estou “me forçando” a passar esses dias por lá.

Como quero voltar a Santiago no inverno, deixei para depois os passeios mais caros e que precisam de mais tempo. Sendo assim, fiz um roteiro focado no centro da cidade, conhecendo pontos turísticos como Cerro de Santa Lucia, Sky Costanera e afins.

Serão passeios muito mais “ativos”, onde precisarei me locomover bastante pela cidade (coisa que gosto de fazer) para conhecer e não gastarei além das entradas e do transporte público.

A ideia de ficar em um hostal era estar aberto a conversar com novas pessoas, então talvez eu econtre alguém para me acompanhar nesses passeios, mas até então quero fazer tudo sozinho mesmo.

Quando paro pra pensar que estarei sozinho em outro país, em um quarto com estranhos, fico meio aflito.

Sei que conseguirei me virar bem, mas acho que dormirei bem desconfiado e preocupado com os meus pertences, mesmo tendo pesquisado e visto bastante dicas sobre esse tipo de estadia e lifestyle.

Já no Atacama será algo mais tranquilo. Como fechei o passeio com uma agência, haverão outras pessoas junto. Escolhi uma agência um pouco mais cara que as tradicionais de lá, ela oferece faz os passeios com um grupo menor e oferece algumas comodidades.

São mais frescurinhas, de fato, mas acho que fará bastante diferença na experiência, então decidi gastar um pouco mais com isso. Sem falar que as refeições que eles oferecem parecem ser mais robustos que as demais agências – pra mim isso conta bastante kkkkkkkk.

O hostal em San Pedro do Atacama, assim como o escolhido em Santiago, tem boas avaliações e oferece um ambiente pra aproximar os hospedes. Então, caso eu não queira me excluir tanto, da pra aproveitar essa estrutura e trocar algumas conversas com o pessoal.

Na parte 2 trarei o planejamento que fiz e os custos! Acho que será bom para ficar registrado e ir aprimorando essa minha estratégia de fazer uma viagem “low cost”, aproveitando o essencial, hehe.

Abraços.

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